Sob o brilho da lua nasceu.
Pelo brilho dos olhos,
pelo tom da voz,
pelo sorriso ardente
Enlouqueceu.
Com o toque na pele,
e o cheiro suave,
pelo beijo harmonioso
Apaixonou-se.
E o tempo passou,
e a indiferença soprou
os sentimentos de um coração apaixonado
que de angústia adoeceu,
e de desespero, desesperançou-se
E tudo de mais belo esvaeceu.
Mas, como tudo de mais belo, ressurgiu
E encontrou-se em outra alma.
E enlouqueceu,
E apaixonou-se
Mas não desesperou-se.
Apenas reviveu e não mais desvaneceu.
E pensar que em uma dessas,
no caminho quase se perdeu.
E (imagine só!) quase morreu
de (des)amor.
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