terça-feira, 1 de julho de 2014

Sob o brilho da lua nasceu.

Pelo brilho dos olhos,
pelo tom da voz,
pelo sorriso ardente
Enlouqueceu.

Com o toque na pele,
e o cheiro suave,
pelo beijo harmonioso
Apaixonou-se.

E o tempo passou,
e a indiferença soprou
os sentimentos de um coração apaixonado
que de angústia adoeceu,
e de desespero, desesperançou-se
E tudo de mais belo esvaeceu.

Mas, como tudo de mais belo, ressurgiu
E encontrou-se em outra alma.
E enlouqueceu,
E apaixonou-se
Mas não desesperou-se.
Apenas reviveu e não mais desvaneceu.

E pensar que em uma dessas,
no caminho quase se perdeu.
E (imagine só!) quase morreu
de (des)amor.

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